“Dança o povo negro
Dança o povo índio
Sobre as roças mortas de aipim
Dança a nova tribo
Dança o povo inteiro.”
(Chico César)

Casa do boneco de Itacaré na I Jornada de Agroecologia da Bahia

Um grande terreiro de danças, torê e tambores, arte e cultura, mudas e sementes. Um grande terreiros de sonhos, volta e meia uma lágrima, um arrepio, uma lembrança, uma vontade de sair daqui e começar a construir um outro mundo possível e urgente. Em seis dias de convivência, uma jornada de envolvimentos, aprendizagens e ensinamentos.

Ultima Plenária da I Jornada de Agroecologia da Bahia

Dias de eternos agradecimentos, em cada mesa, cada oficina, o clima era de gratidão, de vontade de conviver, de aprender e de ensinar. Todos aqui tinham vez, homens, mulheres, jovens e crianças. De fato, a horizontalidade foi um dos pontos fortes da nossa Jornada.

O encerramento foi cheio de homenagens, e mais uma vez os agradecimentos, poesias, músicas, utopia. Indígenas, quilombolas, trabalhadores e trabalhadoras sem terra, encenaram e reviveram mais uma vez a quebra dos grilhões, das correntes da escravidão, do preconceito, do latifúndio.

 

Em uma só voz, declaramos:

“Considerando que os senhores nos ameaçam com fuzis e com canhões nós decidimos: de agora em diante temeremos mais a miséria que a morte.”

[ Brecht ]

Grande toré encerra a I Jornada de Agroecologia da Bahia

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